Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a inovação em Angola.
A reconstrução das infraestruturas destruídas durante 27 anos de guerra civil é um dos maiores investimentos da história recente de Angola. Estradas, pontes, ferrovias, portos e telecomunicações foram reabilitados ou construídos de raiz. No entanto, a indústria transformadora representa menos de 5% do PIB e a inovação tecnológica ainda está nos primórdios — dois desafios centrais para o ODS 9.
O Corredor do Lobito — ligação ferroviária de Benguela (Angola) até à Zâmbia e República Democrática do Congo — é um dos maiores projectos de infraestrutura de África, com financiamento dos EUA, União Europeia e parceiros africanos. Este corredor tem potencial para transformar Angola numa plataforma logística regional, reduzindo o custo de exportação de minerais e produtos agrícolas do interior do continente.
Angola assiste a uma rápida expansão das telecomunicações e da economia digital. As operadoras Unitel e Angola Telecom expandiram a cobertura 4G a todas as capitais provinciais. O número de utilizadores de Internet passou de 5% em 2010 para mais de 48% em 2024. Startups tecnológicas em Luanda actuam em fintech, agritech, healthtech e e-commerce, aproveitando uma população jovem e cada vez mais conectada.
O SELO ODS ANGOLA reconhece organizações que constroem o Angola do futuro. Infraestrutura e inovação não são luxos — são os alicerces sobre os quais se constrói um país moderno, competitivo e soberano.
O Corredor do Lobito é uma ferrovia que liga o porto de Lobito, em Angola, às fronteiras da Zâmbia e da RD Congo, atravessando o interior do continente. Reabilitado com investimento internacional, este corredor é estratégico para o escoamento de minerais críticos — cobre, cobalto, lítio — essenciais para a transição energética global. Para Angola, representa uma oportunidade de se tornar um hub logístico regional e diversificar as receitas além do petróleo.
Luanda tem emergido como um dos centros de inovação mais dinâmicos de Angola, com startups em fintech (pagamentos móveis), agritech (aplicações para agricultores), healthtech (telemedicina) e edtech (educação digital). Incubadoras como a BNI Acelerador e programas governamentais de apoio ao empreendedorismo têm apoiado estas iniciativas. O principal desafio é o acesso a financiamento — o capital de risco em Angola ainda é muito limitado.
Certifique o seu compromisso com o ODS 9 e mostre que a inovação faz parte do ADN da sua organização.
Quero o SELO ODS ANGOLA