Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável — o ODS que conecta todos os outros.
Nenhum país alcança os ODS sozinho. Angola tem construído parcerias estratégicas com a China, Portugal, Estados Unidos, Brasil, União Europeia e instituições multilaterais — cada uma trazendo financiamento, tecnologia, mercados e conhecimento. O ODS 17 reconhece que a implementação da Agenda 2030 depende de parcerias genuínas entre governos, empresas, sociedade civil e comunidade internacional.
A China é o maior parceiro comercial e credor de Angola, com investimentos significativos em infraestruturas, energia e habitação. Os Estados Unidos têm reforçado a presença através do Corredor do Lobito e de parcerias no sector da energia. A União Europeia apoia reformas institucionais e cooperação para o desenvolvimento. O Brasil mantém laços históricos, linguísticos e culturais únicos que facilitam a cooperação técnica.
A cooperação Sul-Sul — entre países em desenvolvimento — é cada vez mais relevante para Angola: partilha de experiências com outros países africanos em áreas como saúde comunitária, agricultura familiar e gestão de recursos naturais oferece soluções adaptadas ao contexto local, sem as condicionalidades políticas da ajuda tradicional Norte-Sul.
As empresas que operam em Angola têm um papel crucial na implementação dos ODS — não como filantropia, mas como estratégia de negócio. Parcerias público-privadas em infraestruturas, saúde, educação e energia permitem escalar soluções que o Estado sozinho não consegue financiar. O SELO ODS ANGOLA é precisamente este ponto de encontro: onde o sector privado se alinha com a agenda nacional de desenvolvimento.
O SELO ODS ANGOLA é em si mesmo uma parceria para a Agenda 2030 — conectando organizações angolanas comprometidas com o desenvolvimento sustentável. Juntos chegamos mais longe: a Agenda 2030 não é um destino individual, é uma jornada colectiva.
A China é o maior parceiro comercial de Angola e um dos principais credores do país, com empréstimos que financiaram a reconstrução de infraestruturas pós-guerra. Esta parceria tem sido essencial para o desenvolvimento físico do país, mas levanta questões sobre sustentabilidade da dívida e transferência de tecnologia. No contexto dos ODS, o desafio é garantir que a cooperação com a China — e todos os parceiros — contribua para o desenvolvimento humano e não apenas para infraestruturas económicas, incluindo cláusulas de formação de trabalhadores angolanos e respeito por padrões ambientais e sociais.
As empresas podem usar frameworks internacionais como o GRI (Global Reporting Initiative), o UN Global Compact e os próprios indicadores dos ODS para medir e reportar o seu impacto. Em Angola, o SELO ODS ANGOLA oferece uma estrutura de avaliação e certificação que traduz este compromisso em reconhecimento verificável. O relatório de sustentabilidade deve incluir: objectivos específicos por ODS, indicadores mensuráveis, progressos anuais e planos de melhoria — tornando o compromisso público e responsável.
Certifique o seu compromisso com o ODS 17 e integre a rede de organizações angolanas comprometidas com o desenvolvimento sustentável.
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